Para aquele que conseguiu
Parar de olhar para o próprio umbigo
Óh! Quantos olhos a nos espiar!
É tudo tão mais vasto
Tão maior do que se imaginava
Tão vago
Incerto
Múltiplo
Tão diferente de si
Obstante do próprio espelho
Até mesmo assustador
Não há controle!!! (um grito de desespero se ouve)
Vejo feixes de luz
Por entre a casca do ovo
Que se rompe
domingo, fevereiro 21, 2010
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